Você já se deu conta de que 1/1/11 está chegando?
Como o número 1 é o primeiro, imaginem o magnetismo desta data. Hora propícia para começar de novo, não do zero, tão vazio e solitário, mas do 1! Do 1/1/11! Sabe aquele emprego ao qual você se abraça como um náufrago? Sabe aquele amor que não é mais amor, mas que por conveniência foi avançando no tempo? Sabe aquela vida morna que não faz mais sentido? Sabe aquela empresa que envelheceu e precisa passar por uma “ivopitanguyzação” total? Sabe aquilo tudo que te faz sofrer, te tira energia e te seca por dentro? Que hora boa! Que momento exato de mandar tudo o que te amarra na vida pra aquele lugar e experimentar o NOVO! A vida está passando… Pedala Robinho! Como bem escreveu o brilhante Mário Sérgio Cortella, NÃO NASCEMOS PRONTOS! Tudo está aí para ser feito e você não tem o direito de ficar desperdiçando horas e dias úteis com sentimentos, práticas e atos inúteis! Diga SIM para a vida imediatamente!
Um jeito de se relacionar com colaboradores que é assim… uma BMW!
Marcos Cruz, fundador e presidente do Grupo Canopus, tem uma história de vida sensacional! A partir do nada menos alguma coisa, criou um grupo empresarial sólido e admirado no universo da distribuição de veículos. Fundou também o Instituto Canopus, que já beneficiou milhares de pessoas. Mas sabe o que mais me impressiona no Marcos? A forma gentil e respeitosa como ele se relaciona com seus colaboradores! Há pouquíssimo tempo, as Empresas Canopus inauguraram uma reluzente concessionária BMW em Cuiabá, a Galaxie Motors, mas bem antes da inauguração para os exigentes clientes da marca, o Marcos fez questão de convidar todos os seus funcionários e familiares para apresentar a nova casa. Ele costuma fazer isso com um sentimento genuíno de compartilhar conquistas, pois sabe – de verdade – que não conseguiria mover uma palha sozinho. Quantas vezes já ouvi empresários dizendo, sem corar, que o maior patrimônio de suas empresas eram as pessoas, para logo depois vê-los relegando as tais pessoas a um quarto ou quinto plano? Empresários que dizem SIM para seus colaboradores, servindo-os, inspirando-os e movendo-os na direção de seus sonhos, escrevem histórias como a de Marcos Cruz.
Ser chique… o que é mesmo?
Recebo um e-mail com um texto pressupostamente escrito por Glória Kalil, mas não consigo identificar se foi escrito mesmo por ela. Os chamados “fakes” se ploriferam na web, mas o texto é rico em exemplos e me lembra figuras bem caricatas. Leiam esse trecho: “Ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais do que um guarda-roupas ou closet recheado de grifes famosas e importadas. O que faz uma pessoa chique não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida. Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando são verdadeiras. Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é de sua conta. Chique é parar antes da faixa de pedestres, não jogar lixo na rua nem estacionar em vagas reservadas para idosos ou deficientes. Chique é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. Chique é olhar nos olhos do seu interlocutor. Chique é ser grato a quem o ajuda e não fazer a menor questão de aparecer.” Sábias palavras!
São essas coisas que fazem a Internet valer a pena!
Se você acha que já viu tudo na Internet, mais uma vez se surpreenderá. Muito importante: quando clicar no link abaixo, deixe a tela no tamanho em que abrir e veja o que acontecerá. Se você maximizar a tela, não obterá o mesmo efeito. Divirta-se clicando aqui http://www.fly-a-balloon.be e, se gostar, comente!
Assistir a uma palestra de Mauro Rinaldi é um privilégio
Ouçam o conselho de quem já assistiu a umas cinco ou seis: assistir a uma palestra do neurocientista Mauro Rinaldi é um grande privilégio. Ele mexe pra valer com as pessoas e provoca profundas reflexões, faz rir e chorar simultaneamente, foge do lugar comum dos palestrantes motivacionais e doa-se ao público. Não se trata de auto-ajuda e sim de autoconhecimento. Se desejar mais informações sobre o Mauro e as palestras dele acesse www.institutoamplo.com.br .
Autoestima é uma arma poderosa!
Em meus piores momentos gostei de mim e isso me ajudou a chegar até aqui, enfrentando as adversidades e conquistando algumas boas vitórias. Se você não gosta de você, como conseguirá gostar dos outros? Observe durante esta semana o quanto você é importante, inteligente, agradável, esteticamente surpreendente, amável, elogiável e insubstituível! O que? Você não se sente nada disso ainda? Calma, lembre-se do Professor Mário Sérgio Cortella: “NÃO NASCEMOS PRONTOS!” Continue caprichando!
Vô Ignácio, líder que chora! E líder que chora é do SIM!
Meu avô paterno tinha a imagem da dignidade. Veja-o na foto, à direita da família, liderando-a com olhar austero. Pois bem. Esse homem um dia, num momento de rara intimidade comigo, menino então de 6 anos ou pouco menos, resolve ler um poema. No texto, que não consigo encontrar apesar de vasculhar a Internet, o oráculo do meu tempo, Vô Ignácio relata a história de amizade entre um homem e um cão, amizade que se estende até que o homem se vai e o cão é encontrado ao lado de sua sepultura, morto também. Sempre de terno, gravata e chapéu, imagem terna, Vô Ignácio ficou pra mim. Chorando timidamente, lendo um poema, limpando os olhos e o nariz imenso com um impecável lenço branco e me ensinando que homens de grande estatura choram. Vô Ignácio não era grande só na altura. Se você for ao Google e digitar “Ignácio Furquim da Luz” o encontrará, padrinho de um casamento em Bocaina, sua terra natal… e mais nada. Se você pudesse acessar o Google que há em meu coração, conheceria um homem elegante, mais do que alto, alvo! Só poderia mesmo ser o pai do meu pai. Dele e vovó nasceram Duca, Nenzinha, Pedro – meu amado e inesquecível Pedrão – e Antonio Carlos, quatro estrelas na constelação do meu céu. Lembro-me bem de todos e não quero esquecê-los. Pessoas para quem o SIM foi verdade.
Poder para quem não pode e nem merece
Reunião às 15 horas em São Paulo. Meu voo, da Passaredo, vem de Brasília e faz escala em Rio Preto, rumo a Guarulhos. Tresloucada, uma “autoridade”, dessas que não se sabe bem quem nomeou, sente-se ofendida pela comissária deste mesmo voo numa situação corriqueira, para não dizer banal. E assim que o voo pousa em Rio Preto, convoca a Polícia Federal e faz com que todos os passageiros desembarquem, inclusive uma senhora em cadeira de rodas. Comandante, copiloto e comissária são compelidos a interromper seu trabalho para atender aos caprichos da tal “autoridade”, que os constrange publicamente, levando-os à delegacia para “esclarecimentos”… Viaturas negras adesivadas com letras douradas atendem ao chamado. Todos atrasamos, todos sofremos o constrangimento, todos fomos vítimas. Vergonha da senhora em sua cadeira de rodas, vergonha do cliente que me espera, vergonha do meu país, com p minúsculo, que credencia gente inapta a exercer poder, até nos cargos mais e mais elevados. Gente porcaria. Gente do NÃO!
É como escreveu o Djavan…
“Era tanta saudade, é pra matar, eu fiquei até doente, eu fiquei até doente… Se eu ficar na saudade é, deixa estar, saudade mata a gente, saudade mata a gente…” Rafa, veja que bonitão em imagem feita no Canadá, conversa comigo pelo Skype, lá de Boston. Domingo à noite, pergunta do futebol, reclama do frio, fala de seus projetos, fala do muito que está vendo e aprendendo. Nem sombra daquele menino mirradinho de Lins, hoje homem de pés fincados no chão e coração nas nuvens. Sem saber, meu filho me rejuvenesce, do frio de Boston me aquece e me rememora o quanto sua distância, apesar de tão presente, nos incomoda. Mas tem nada não, 21 de dezembro tá aí… Vou encher aquela bochecha corada de beijos!
Capitão Nascimento, confesso que te invejo!
Se você ainda não assistiu Tropa de Elite 2 vá, mas vá logo. De preferência antes do segundo turno. Esse Capitão Nascimento, agora Coronel, é mesmo o cara! Wagner Moura representa como ninguém o sujeito que reage às injustiças, que pensa portanto sofre, mas que na hora certa dá umas belas porradas e uns tiros, como eu em minha ficção privada. Só ficção. Eu, como Coronel Nascimento, estou mais para Rafael Pacini, meu amigo que diz: “se precisar me avisa que eu vou lá e resolvo do meu jeito…” E sabe qual é o jeito do Rafael Pacini? Pacífico, amável, paciente, tolerante, homem do SIM! De longe prefiro o estilo Pacini, mas que de vez em quando me falta um pouco de Capitão Nascimento, ah isso falta… Veja o trailer de Tropa de Elite 2 clicando aqui e, por favor, vá assistir esse filme antes do segundo turno: http://www.youtube.com/watch?v=gsZP9ZX3fsI
Help! Minha filha tá namorando!
Esses dias eu tive que olhar pra ela e dizer: “filha, não me leve a sério nessa fase, é muito difícil pra mim…” Bem que o meu amigo e irmão Natan me contou da raiva que sentiu quando entrou na sala e viu o ”cidadão” com a mão apoiada no joelho da Tatiana, minha doce sobrinha Tatiana… “Deu vontade só de matar”, disse o Natan. Agora me vem a Betina com essa história de namoro. E sabe como é que eu ainda vejo a Betina? É só observá-la, devidamente protegida pelo irmão Gabriel, na foto ao lado. Não é muito cedo pra namorar não? Peço conselhos e consolos a quem já passou por esse suplício… Capitão Nascimento, baixa em mim!
E por falar em filha namorando…
Veja como eu e outros pais, nesse momento da vida, se sentem.
Clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=2qf8OGLqE1s
Marketing viral é contagiante!
Vejam a peça de humor que foi produzida, brilhantemente, pelo Gimba, o maior e mais eficiente atacadista de material de escritório e informática do Brasil. Meu amigo Ricardo Zaninotto construiu uma verdadeira máquina de facilitar a vida das empresas e assinou contratos de fornecimento com marcas dos sonhos!
Clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=OwzId2rfsOA
Perdão, mil vezes perdão!
Não estou conseguindo responder a todos os comentários e e-mails dos maravilhosos amigos que estão curtindo o blog! Obrigado, mil vezes obrigado!
O apagão da entrega
Há muita negligência das empresas em momentos de economia superaquecida. Pressionadas por consumidores vorazes e por acionistas insaciáveis, optam por vender e depois resolver a questão da entrega. Muitas delas sabem que venderão com a mais absoluta certeza de que ocorrerão problemas. Aí o consumidor desprotegido assina um contrato com a fornecedora de TV a cabo, compra um novo celular ou um eletroeletrônico e se vê as voltas com promessas desfeitas e o atendimento impessoal e indiferente, quase desrespeitoso, de seus callcenters. As empresas abusam do consumidor brasileiro porque conhecem sua mansidão. Sabem que pagamos mais caro por carros, roupas, refeições e até mesmo cafezinhos do que em economias bem mais desenvolvidas. De forma pacata, quase inerte, somos super-tributados e continuamos a eleger os mesmos de sempre, comprometidos com a manutenção do modelo que aí está. Um apagão da entrega se avizinha e nossa paciência será testada até o dia em que consigamos nos organizar e mostrar, de forma impactante, nossa indignação.
Seu Francisco é do SIM!
Acordo em Brasília às 4 da manhã no SIA Park, um hotel agradável, bem localizado e de ótima cozinha. Às 4h45 concluo meu check-out e peço um táxi. Pergunto ao recepcionista do hotel se conseguiria tomar um cafezinho nos 15 minutos que me separam da chegada do táxi. Ele me recomenda que vá ao restaurante e peça diretamente ao Seu Francisco, apesar do horário. O café, no SIA Park e em quase todos os outros hotéis que conheço, começa às 6. Desço alguns degraus e me deparo com uma figura bonachona, típica de chefes de cozinha, com um sorriso generoso e pronta a dizer SIM. Além do café solicitado, prontamente servido, Seu Francisco traz, de forma improvisada mas especialmente carinhosa, um prato de frutas, dois pãezinhos, manteiga, requeijão e leite quente. Serviu, Inspirou meu dia e Moveu meu pensamento na direção do Profeta Gentileza, figura das ruas do Rio de Janeiro, que perambulava com um estandarte onde se lia: “Gentileza gera gentileza! Gentileza é quase amor!” Seu Francisco não tinha a menor obrigação de fazer o que fez, mas as pessoas do SIM são asSIM mesmo! Hospede-se no SIA Park www.siapark.com.br , mesmo que seja só para conhecer Seu Francisco.
Espíritas em alta
Conheço muitos espíritas e admiro-os por um motivo especial: a forma discreta como lidam com sua opção religiosa. Admito ter certas dificuldades na convivência com os que tentam “empurrar” suas religiões para os outros, referendá-las como a única que proporcionará salvação e referir-se a elas o dia todo, mesmo nas situações mais banais. Assisti recentemente aos filmes “Chico Xavier” e “Nosso Lar”, em salas repletas. Vi pessoas emocionadas, algumas delas aos prantos, ao final de cada filme. Independentemente de suas crenças e preferências, todos concordam que Chico Xavier foi um homem que devotou sua vida ao próximo, viveu de forma espartana e movimentou milhões de vidas na direção do bem. Ao sair do cinema vejo um cartaz. Nele, uma frase psicografada por Chico: “Embora ninguém possa voltar atrás para fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora a fazer um novo fim.” O passado passou, o futuro ainda não chegou e o hoje é só o que temos.
“O sucesso fracassa!”
Li esta frase já há algum tempo na revista Management e ela não me sai da cabeça. Em minha convivência com empresas nos últimos 30 anos, vi a vaidade se transformar num bicho maior do que seu próprio dono e demolir histórias que poderiam ser de grande sucesso. Vi presidentes orgulhosos de seus toques de Midas acreditando cegamente que ninguém – nem nada – lhes pudesse tirar suas galinhas de ovos de ouro, hoje mortas ou em mãos mais hábeis. Talvez, o que mais fracasse mesmo seja, por incrível que pareça, o sucesso. O homem que acumula virtudes alcança merecidamente o sucesso, para logo depois se desvirtuar ao imaginar-se superior aos outros homens. E aí, inevitavelmente, fracassa. A prepotência, a arrogância e principalmente a ingratidão passam a fazer parte de sua vida e, quando percebe, foram-se os anéis.
Se existe um céu pra cachorros, o meu foi pra lá…
Spike me brindou com 14 anos de amizade incondicional. Estivesse eu de cara boa ou ruim, lá o perceberia, próximo aos meus pés, amigo silencioso e fiel. Antes de sair do escritório ou fechar as portas de casa para dormir, ainda o procuro. Minha sensação constante é a de que ele continua por aqui, felicitando nossas vidas. Tive que contar aos meus filhos sobre sua morte, depois de mais uma cirurgia que, infelizmente, se complicou. Se é verdade que devemos multiplicar um ano de vida dos cães por 7 para estabelecer uma relação com a vida humana, Spike já ultrapassava os 98. Um ancião, por assim dizer. Todos, no entanto, sentimos muito sua perda. Ele nos parecia jovem apesar da idade e sua docilidade já havia se integrado ao ambiente lá de casa. Decidimos não substituí-lo. Por um bom tempo, Spike será, mesmo ausente, o nosso cãozinho.
Um show de projeção na Ucrânia
Veja também o que moderníssimos recursos de projeção em 3D já podem fazer. Será que poderemos utilizá-los para apimentar nossas palestras?
Clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=4DAP9x0Fk3U&feature=player_embedded
Dia do Vendedor
Na última sexta, 1/10, comemoramos o Dia do Vendedor, profissional com o qual convivo diariamente. Meu amigo Savian, da Unifisa Consórcios, enviou-me um vídeo de um movimento espontâneo de sua equipe de vendas ao final de um evento. Vejam, é de arrepiar!
Banda Cine, de chapeuzinho vermelho, choca até o Lobão!
É engraçado ver seus ídolos envelhecendo. Dia desses, assistindo a MTV, vi o roqueiro Lobão dizendo que a Banda Cine, aquela bem colorida, não faz rock: “eles podem ser muito bonzinhos e engraçadinhos, mas aquilo não é rock!” Lobão, de quem já comprei quase todos os discos, está envelhecendo. Para quem envelhece, o rock só pode ser o rock que se fez em sua época. Lobão está jovem demais para envelhecer e não admitir o novo. Mas aí comecei a me lembrar dos lobões empresariais, com os quais convivo cotidianamente. Para eles, só seus métodos funcionam, só o seu jeito de fazer resolve e tudo o que lhes pareça novo é estranho. Enquanto isso, lá em casa, para adolescentes dos 11 aos 16, Cine com suas cores e vozes estridentes são os verdadeiros chapeuzinhos vermelhos do rock, para quem Lobão não é mais ameaça. Diante do novo, meu amigo e minha amiga, digam SIM!
Vicencio Paludo serviu, inspirou e continua movendo!
Ele acaba de lançar um livro que você deveria ler. Olhe bem para esta capa, mas preste atenção especialmente no olhar firme deste homem. Eu tive a oportunidade de ouvir um resumo da história de Vicencio Paludo por ele próprio. O criador da Borrachas Vipal é um ser humano de primeira grandeza, daqueles para quem a vida disse repetidos NÃOs e ele foi derrubando um a um dizendo apenas SIM, SIM, SIM! Vicencio construiu também uma linda família, tenho o prazer de conhecer todos os seus filhos e admiro a forma como respeitam e valorizam o pai. Mas o que mais me impressiona na história de Vicencio é sua consciência ecológica. Muito antes da sustentabilidade virar moda (sim, por que agora todo mundo é sustentável, um banco compra a sustentabilidade do outro e todos passaram a ser verdinhos e bonzinhos… bah, como diriam os gaúchos) Vicencio já difundia em sua empresa princípios sustentáveis que se incorporaram à cultura do conglomerado empresarial Vipal. É comum ouvirmos dizer que todo homem deve plantar uma árvore (Vicencio perdeu as contas de quantas plantou), ter um filho (Vicencio teve Arlindo, Maria de Lourdes, Tito, Vitacir, Ilda, Nair Ana, Salete, Bernadete e João Carlos) e escrever um livro (já estou aguardando, portanto, os próximos!). Vida longa a Vicencio Paludo, um homem do SIM!
SIM virou marca!
O Servir Inspirar Mover, mais conhecido aqui em nossa empresa como SIM, acaba de ganhar vida! Cada vez mais acreditamos em sua força e temos certeza de que se transformará em nosso principal produto. Levaremos o SIM para empresas que estão dizendo NÃO para os clientes. Baseados no Servir, Inspirar e Mover, os colaboradores de nossos clientes conseguirão um espaço generoso nos corações e mentes de suas clientelas, recebendo muitos SIMs em troca. Se sirvo, inspiro. Se inspiro, movo!






